"V." de Thomas Pynchon | Bertrand Editora


V.


Sobre livro:
Com uma imaginação criativa que não conhece limites, esta é uma história sobre dois homens, uma misteriosa mulher e o século XX, que consegue conter nas suas páginas a brutalidade, a beleza e a multiplicidade do mundo moderno.

São três os protagonistas desta incrível e estranhamente vertiginosa aventura: Benny Profane, que, como nunca teve muito a perder, nunca procurou por nada; Herbert Stencil, que procura algo que acredita ter perdido; e V. Mas quem, onde ou o que é V.? V. é uma mulher, Vittoria, Veronica, Violet, Vera, mas é também todas as mulheres. V. é uma cidade, um reino imaginário, um clube de jazz, um rato nos esgotos de Nova Iorque. V. é a obsessão que atormenta os seres humanos do princípio ao fim dos tempos. V. é a réstia de luz para a qual devemos tender, num beco que parecia sem saída. V. é a árdua busca de si mesmo num mundo onde é cada vez mais difícil permanecer humano. E se V. não for, afinal, nada menos do que a chave para explicar o caos que todos conhecemos? «O que são as coxas abertas para o libertino, o que é o voo das aves migratórias para o ornitólogo, o que é a tenaz para o ferreiro, era isso a letra V. para o jovem Stencil.»

Abrangendo quase seis décadas, serpenteando por várias e maravilhosas paragens e repleto de personagens excêntricas, V. é o clássico contemporâneo abismal, irreverente e, a espaços, hilariante que apresentou ao mundo o génio ímpar de Thomas Pynchon. É um romance agudamente realista, surreal, feérico e nubloso, que desemboca num final de lucidez inigualável.

Romance finalista do National Book Award

Sobre autor:
Thomas Pynchon é um autor de culto. Publicou The Crying of Lot 49, Gravity's Rainbow e Slow Learner, uma coletânea de contos. Recebeu o National Book Award em 1974 é invariavelmente apontado como um dos favoritos ao prémio Nobel.

Imprensa:
«Pynchon é provavelmente o melhor de todos os grandes romancistas norte-americanos vivos.»
Harold Bloom «Nestas páginas, nada parece ter sido incluído de forma arbitrária. O romance navega majestaticamente por lugares incomensuráveis para o ser humano. O que significa? Quem é, afinal, V.? Poucos livros nos assombram assim.»
TIME

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