Sobre livro:A obra que transformou o medo do desconhecido em literatura imortal.
H. G. Wells escreveu a Guerra dos Mundos em 1898 e colocou pela primeira vez uma questão que nunca mais nos abandonou:
E se não estivéssemos sós?
Uma noite tranquila em Surrey, Inglaterra. Os astrónomos observam estranhos clarões na superfície de Marte. Ninguém suspeita do que está por vir.
Quando os primeiros cilindros metálicos começam a cair do céu, a humanidade depara-se com uma realidade aterradora: não está sozinha no universo — e os visitantes não vieram em paz. Máquinas de guerra colossais avançam implacáveis, reduzindo cidades a cinzas e semeando o pânico entre milhões de pessoas impotentes. Narrado com uma urgência perturbadoramente humana, A Guerra dos Mundos é muito mais do que uma história de invasão extraterrestre. É uma meditação sobre a fragilidade da civilização, o orgulho cego da espécie dominante e a sobrevivência como derradeiro ato de acaso.
Sobre autor:H. G. Wells (1866-1946) foi um escritor e jornalista profissional que publicou mais de uma centena de livros, incluindo romances pioneiros de ficção científica, histórias, ensaios e programas para a regeneração mundial. Foi membro fundador de numerosos movimentos, incluindo o Liberty e o PEN International – a organização de direitos humanos mais antiga do mundo –, e o seu Os Direitos do Homem lançou as bases para a Declaração Universal dos Direitos Humanos, de 1948. As opiniões controversas e progressistas de Wells sobre a igualdade e a forma de uma nação verdadeiramente desenvolvida continuam a ser diretamente relevantes para o nosso mundo de hoje. Wells foi, nas palavras de Bertrand Russell, «um importante libertador do pensamento e da ação». Apesar de ser mais lembrado pelos seus romances inovadores de ficção científica, incluindo A Máquina do Tempo, A Guerra dos Mundos, O Homem Invisível e A Ilha do Doutor Moreau, Wells também escreveu
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