"Que o Inferno Pareça Aqui" de João Zamith | Penguin


Que o Inferno Pareça Aqui


Sobre livro:
Exemplares autografados e carta com verso ilustrado limitados ao stock existente. O registo da encomenda não garante a reserva do livro autografado. O fornecimento está condicionado à existência de stock na data de pagamento da encomenda.

Todos os anos, a cidade de Guimarães sai à rua em peso para rufar caixas e castigar bombos. Todos os vimaranenses sabem o que são as Nicolinas. Conhecem-lhes o ritmo desde o berço. João Zamith regressa à cidade para nos contar a história de Júlia, uma jovem que vê a sua vida virada do avesso quando o corpo do seu ex-namorado aparece e o seu pai, Álvaro Pinto, é o principal suspeito.

As notícias, os grupos de WhatsApp e os directos em stream repetem as certezas sobre o que se passou. Surge um padrão mais antigo e sombrio: várias mortes inexplicáveis ligadas às noites do Pinheiro. O inspetor Sousa começa a desconfiar de que a verdade é mais complicada.

Entre a pressão mediática, o aproveitamento político e as memórias fragmentadas de um morto, o novo romance de João Zamith combina elementos de folk horror, policial tradicional e thriller sobrenatural, arrastando os leitores de volta às sombras e à escuridão de um Norte que reclama como voz do terror na literatura portuguesa.

E é então que compreendem que a memória é apenas um mapa desenhado à mão e que quando o passado regressa, fá-lo sempre com um preço. Porque nunca conhecemos verdadeiramente aqueles que amamos. Nem os segredos que a cidade guarda na sombra.

Sobre autor:
João Zamith é um escritor vimaranense. Tem um mestrado em Literatura Portuguesa Contemporânea tirado na Universidade do Porto e uma curta carreira académica em Coimbra dedicada aos romancistas do período contemporâneo. Tem três anos de experiência no editorial em Lisboa, tendo coordenado todo o tipo de livros, desde thrillers e histórias de terror a obras de Zbigniew Herbert, Ray Bradbury, Adolfo Bioy Casares ou a quinta impressão do décimo livro do Diário de um Banana. Também foi crítico literário no jornal Setenta e Quatro. Escreve como profissão e dedica-se ao marketing digital. Hoje coordena a estratégia de conteúdo orgânico de uma empresa multinacional de tecnologia.

Imprensa:
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