"Passos Perdidos" de Alejo Carpentier

agosto 02, 2010

Disponível a 6 de Agosto


Autor: Alejo Carpentier
P.V.P.: 18,97 €
Data 1ª Edição: 2010
Nº de Edição:
ISBN: 978-989-637-244-6
Nº de Páginas: 224
Dimensões: 160 x 230 mm
Colecção: -
Editora: Saída de Emergência
● “O melhor romance que apareceu na América Latina dos nossos tempos.”
LE FIGARO LITTÉRAIRE
● “A escrita de Carpentier tem o poder de alcance de um orgão de catedral.”
THE NEW YORKER
Sobre a obra:
Um livro estimulante, quase mítico. Representativo daquilo a que o próprio Alejo Carpentier chamou “o real maravilhoso americano”, este romance constitui uma busca das origens, a procura de uma Idade de Ouro perdida. A personagem central dispôe-se a subir Orenoco, na Venezuela, em busca de um tempo primordial, tentando assim alcançar as raizes da vida. Desfilam nesta obra os mineiros dos campos de petróleo, os padres missionários, os vaqueiros, os astrólogos, as prostitutas em busca do El Dorado, os índios dos lugares visitados, os espirítos, os rituais, as histórias e os mitos de um tempo em que um homem branco ainda não pisara o continente americano.
Para Carpentier, a América é um repto de um “novo mundo” apressadamente entrevisto por viajantes e poetas, poucas vezes correctamente apreendido.

DIZ-SE QUE APÓS LER A OBRA DE ALEJO CARPENTIER, GABRIEL GARCÍA MÁRQUEZ TERÁ DEITADO PARA O LIXO O SEU PRIMEIRO MANUSCRITO DE CEM ANOS DE SOLIDÃO E COMEÇADO OUTRA VEZ DO ZERO.
Sobre o autor:
Alejo Carpentier (Havana, 1904 - 1980)
Abordou a realidade americana, descobrindo
a magistralidade de um continente onde o maravilhoso se podia encontrar a cada passo. Escritor universal, proporcionou uma nova linha criativa que transcende a sua narrativa, indicando novos caminhos para a literatura. Considerado um dos criadores do Realismo Mágico, foi inspiração para Gabriel García Márquez, e muitos outros escritores latinoamericanos.
Jornalista, musicólogo e crítico de arte, Carpentier permitiu uma comunicação entre o velho continente e a América em matéria de cultura. Ganhou prémios como Melhor Livro Estrangeiro, Prémio Mundial Cino del Duca, Honororary Fellow, Prémio Miguel de Cervantes, Prémio Médicis Étranger, o mais alto reconhecimento com que França galardoa os escritores estrangeiros.

Artigos sobre o autor aqui

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