Opinião: "Fome" de Michael Grant

novembro 06, 2011



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Opinião:
Na continuação da história, após todos os adultos terem desaparecido no primeiro volume, deparamo-nos agora com uma falta de alimento em Perdido Beach e os seus actueis habitante não sabem como fazer para sobreviver.

A adição de seres com poderes sobrenaturais é cada vez maior e a evolução dos seres começa a ser cada vez mais evidente, quer pelo aparecimento de poderes ou de animais que sofrem mutações. As brigas eminentes e os conflitos entre normais e anormais começam a ser cada vez mais frequentes. Sam é eleito como o membro que deve liderar, sendo que ele é o membro mais velho entre os habitantes presentes, mas dada a sua idade vai ser possível perceber bem o seu cansaço e exaustão em toda a sua excessiva preocupação, tarefas e obrigações a que este se sente responsável por ter, mas num eminente final tudo pode mudar para futuro em Sam.
Também a tensão ao longo do livro vai crescendo, coisa que o autor consegue progressivamente construir, tal como a acção e o cenário de aflição.
O autor acaba por construir uma mensagem, no meio da sua obra mais juvenil e de escrita simples, que como é o ser humano perante uma situação destas consegue mostrar toda a sua natureza mais profunda, mas cada um interpreta à sua maneira.

De salientar, que para mim constitui novamente um ponto bastante positivo, o livro apresenta imensos diálogos o que torna ainda mais cativante e não massudo pelo excesso de descrições, que poderia causar neste tipo de obra.

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