"Era Tudo Tão Bom" de Linda Grant

janeiro 14, 2012


Autor: Linda Grant
P.V.P.: 14,31 € (aqui)
Data 1ª Edição: 2012
Nº de Edição:
ISBN: 978-972-26-3409-0
Nº de Páginas: 336
Colecção: -
Editora: Civilização Editora

Filho de imigrantes trabalhadores nos soalheiros arredores de Los Angeles, Stephen jamais imaginou que passaria a sua vida adulta sob o céu cinzento do Norte de Londres, que faria um casamento de conveniência e o manteria, e que veria os seus filhos crescerem e tornarem-se pessoas que ele não compreende. Interligando os segredos e os desejos de três gerações, Era tudo tão bom é o terceiro livro de Linda Grant publicado pela Civilização depois do sucesso de Vidas Entrelaçadas – finalista do Man Booker Prize 2008 – e de A Arte de Vestir, desta vez sobre o destino da geração dos baby-boomers.
Era tudo tão bom, de Linda Grant, chega a Portugal com ótimas referências por parte da crítica internacional. “O seu melhor romance até hoje”, escreve o Financial Times. “Grant tem, sem dúvida, um dom: a sua prosa é acessível, vívida, otimista, sensível e sempre estimulante”, acrescenta o Sunday Times. Sublinhando o facto de abordar períodos da história tão diferentes, mas todos atuais (o 11 de setembro, os atentados terroristas em Londres e a crise financeira), o Guardian assegura ainda que o novo livro da autora de Vidas Entrelaçadas toma “uma direção mais ambiciosa”.

Sobre a obra:
Filho de imigrantes trabalhadores nos soalheiros arredores de Los Angeles, Stephen jamais imaginou que passaria a sua vida adulta sob o céu cinzento do Norte de Londres, que faria um casamento de conveniência e o manteria, e que veria os seus filhos crescerem e tornarem-se pessoas que ele não compreende. Ao longo de quarenta anos, Stephen e os seus amigos construíram vidas confortáveis e de sucesso, até que a chegada da meia-idade e do novo século os força a tomar consciência de que sempre viveram num falso paraíso.
Interligando os segredos e os desejos de três gerações, Era tudo tão bom é um romance magnífico que revela muitas verdades, da fragilidade dos nossos sonhos ao pouco que sabemos sobre os nossos pais até ser demasiado tarde.

Sobre autor:
Linda Grant nasceu em Liverpool em 1951, filha de imigrantes judeus, um russo e outro polaco. Estudou em Inglaterra, nos E.U.A. e no Canadá, onde viveu de 1977 a 1984. De regresso à Grã-Bretanha, tornou-se jornalista colaborando com diversas publicações. Escreveu vários livros, mas também escreveu peças radiofónicas, contos e ensaios. Os seus trabalhos, galardoados com diversos prémios, estão traduzidos em treze línguas.
The Cast Iron Shore (1996), o seu primeiro romance, ganhou o David Higham First Novel Award e foi nomeado para o Guardian Fiction Prize; Remind Me Who I am Again ganhou o MIND/Allen Lane Book of the Year e o Age Concern Book of the Year; When I Lived in Modern Times (2000), o seu segundo romance, ganhou o Orange Prize of Fiction e foi nomeado para o Jewish Quarterly Prize e para o Encore Prize; Still Here (2002) foi nomeado para o Booker Prize; The People on the Street: A Writers View of Israel ganhou o Lettre Ulysses Prize for Literary Reportage.

Mais informações sobre a autora em http://www.lindagrant.co.uk/

You Might Also Like

0 comentários

Follow on Facebook