Editorial Presença | "A Última Saída" de Federico Axat

fevereiro 16, 2018

17,91 € | 408 pág


Sobre autor:
Ted é rico e tem uma família perfeita. O que o terá levado a tomar a decisão de acabar com a própria vida?
Quando ouve o toque da campainha, a sua primeira reação é ignorá -lo e premir o gatilho. É então que descobre uma nota escrita por si próprio de que ele não se lembra de todo: Abre a porta.
É a tua última saída! Do outro lado da porta, vê um desconhecido, Lynch, que não só sabe o que Ted ia fazer como também lhe faz uma proposta difícil: um plano para evitar que a família sofra as consequências devastadoras da decisão que tomara.
Ted aceita sem imaginar que a nota escrita e a proposta de Lynch são apenas o início de um jogo macabro de manipulações... Às vezes, só podemos confiar em nós próprios. Outras nem sequer isso.

Sobre autor:
Federico Axat nasceu em Buenos Aires, em 1975. É engenheiro de formação, mas o seu interesse e vocação levaram-no também à escrita. A sua obra é marcada por suspense, surpreendentes reviravoltas na narrativa e finais sempre inesperados. É autor de Benjamim (2010), El Pantano de las Mariposas (2013). A Última Saída, o seu romance mais recente, despertou um entusiasmo tal que, mesmo antes de ser publicado em castelhano, já contava com direitos de tradução adquiridos por diversas editoras estrangeiras, estando agora publicado em mais de 35 países. Foi nomeado para o Prémio Ian Fleming Steel CWA Dagger e será brevemente adaptado ao cinema numa grande produção de Hollywood.

Imprensa:
«Abram alas, Hitchcock, P.D. James, Ruth Rendell e outros. Aqui está um thriller que fará sombra a muitos livros do género. Personagens bem construídas, um enredo destemido e uma narrativa de primeira linha são os ingredientes desta emocionante história que vai abalar o leitor.»
New York Journal of Books

«Um thriller psicológico onde nada é o que parece, onde as peças são movidas como se de um jogo de xadrez se tratasse.»
El Mundo

«Federico Axat tem o tipo de escrita hipnótica que os leitores adoram mas na qual nunca podem confiar.»
The New York Times

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