Editorial Presença | "O Domingo das Mães" de Graham Swift

17:00

11,61 € | 144 pág



Sobre livro:
30 de março de 1924, Domingo da Mãe em Inglaterra, um dia em que as criadas regressam a casa para visitar as suas famílias. Mas Jane Fairchild, de 22 anos, é orfã e passa esse dia de modo diferente. Encontra-se com Paul, o jovem herdeiro de uma propriedade vizinha.

Jane e Paul mantêm uma relação secreta há já alguns anos, contudo, ele irá desposar em breve uma rapariga da sua condição social. Os dois jovens fazem amor pela última vez e, ao despedirem-se, sucede algo inesperado que muda para sempre a vida de Jane... nos anos que se seguem, ela desenvolve o seu interesse pela leitura e vai trabalhar numa livraria em Oxford, acabando por se tornar uma romancista de sucesso. 


Um livro deslumbrante, impregnado de sensualidade, paixão, emoção. 
Graham Swift, Prémio Booker, na plenitude da sua maturidade literária.

Sobre autor:
Graham Swift (n. 1949, Londres) é autor de dez romances, duas coletâneas de contos, ensaios e poesia. 
Vários dos seus livros foram distinguidos com prémios literários, entre os quais o Man Booker Prize pelo romance Last Orders (1996), que foi adaptado ao cinema, tal como outros dos seus títulos. 
O seu livro mais recente, O Domingo das Mães, tornou-se um bestseller internacional e venceu o prestigiado Hawthornden Prize. 
As suas obras estão traduzidas em mais de 30 línguas.

Imprensa:
«A demonstração do talento de Graham Swift, autor premiado com o Booker Prize.»
The Washington Post

«Requintado, emocionante, inesquecível.»
Entertainment Weekly

«Intenso... cativante, comovente, encantador.»
The New York Times

«Uma espécie de Cinderela feminista... inquietante... um romance com uma nova intensidade emocional.»
The New York Times Book Review

«Magistral... fulgurante e irresistível, mesmo nos momentos mais trágicos. Uma pequena obra-prima.»
The Guardian

«Talvez o melhor romance de Graham Swift até à data.»
The Observer

«Amor, morte e muito mais num romance curto mas poderoso. Uma escrita perfeita.»
The Daily Mail

«Não só o mais comovente e elaborado, mas também o mais fascinante livro de Graham Swift.»
Financial Times

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