Lua de Papel | "O Candidato do Kremlin" de Jason Matthews

outubro 16, 2018

15,93 € | 544 pág


Sobre livro:
Macau› Um general chinês arruína-se nos casinos. As dívidas que acumulou com o vício do jogo tornam-no uma presa fácil. A CIA monta uma armadilha, e destaca para o local Nate Nash, amante de Dominika Egorova - a agente dupla que os americanos infiltraram no Kremlin. 

Hong-Kong› Os chineses desconfiam do general. E decidem pôr em campo uma das suas mais temíveis agentes: Grace Gao, a sensual mestre de Kundalini ioga e especialista em leques de combate de kung fu. Tem apenas uma missão: seduzir Nate. 

Moscovo› Os serviços secretos russos são convidados pelos congéneres chineses a participar na operação. E decidem enviar para o Oriente a Coronel Egorova - que ignora o facto de Nate Nash estar a ser usado como isco. 
Há 15 anos que os serviços secretos russos trabalham no mais maquiavélico projeto de Vladimir Putin: introduzir um dos seus agentes-duplos na cúpula da CIA. Estão a um passo de o conseguir. Está prestes a ser nomeado um novo diretor, e os americanos estão longe de suspeitar que ele é, na verdade, O Candidato do Kremlin. 

O Candidato do Kremlin é o mais arrepiante (e atual) thriller do espião-escritor Jason Matthews. Obra final da épica (e muito aclamada) trilogia Red Sparrow, iniciada com Traição e O Palácio da Traição, empurra-nos a um ritmo trepidante para o mais surpreendente e violento dos desfechos.

Sobre autor:
Jason Mathews trabalhou durante 33 anos na Direção de Operações da CIA (hoje conhecida como Serviço Nacional Clandestino). Esteve destacado em vários pontos do globo e especializou-se em missões em terrenos proibidos. Recrutou espiões para operarem contra alvos na Rússia, Ásia, Médio Oriente e Caraíbas. Chefiou vários postos da CIA, comandou projetos de deteção de armas de destruição maciça, participou em operações de contraterrorismo.
Vive no Sul da Califórnia com a mulher, também ela uma ex-agente da CIA, onde trabalhou durante 34 anos.

Imprensa:
«Uma conclusão de cinco estrelas. Deixa-nos sem fôlego à medida que caminhamos para o inesperado final.»
Publishers Weekly

«Sublime e sofisticado.»
Washington Post

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