"Tinta e Sangue" de Han Kang | Dom Quixote


Tinta e Sangue


Sobre livro:
Num estilo brilhante, que oscila entre a delicadeza e a brutalidade, um livro que mostra como, no fundo, nunca conhecemos inteiramente a vida dos que nos são próximos.

Quando In-ju, uma pintora que viveu sempre a sua arte de forma intensa e poderosa, morre num acidente de automóvel, a sua melhor amiga, Lee Jeong-hee, recusa-se a acreditar no que afirma um crítico de arte que dela escreverá uma biografia: que a artista, afinal, se suicidou. Jeong-hee embarca então numa investigação obsessiva que a levará a descobrir aspetos desconhecidos de uma vida marcada pela fragilidade e pelo desamparo. Mas a procura da verdade, tantas vezes perigosa, obrigá-la-á a revisitar também a sua própria história, a remexer em velhas feridas e a enfrentar a vertigem provocada pelo simples mistério da existência.

Os sonhos e as memórias, a pintura e a astrofísica, a poesia e o suspense, são alguns dos elementos que compõem este thriller singular e fascinante que a vencedora do Prémio Nobel escreveu a seguir ao romance que lhe traria projeção internacional.

Em Tinta e Sangue, Han Kang aprofunda questões que perpassam a Vegetariana e toda a sua obra e, uma vez mais, aponta caminhos possíveis mesmo em personagens visivelmente atormentadas: devemos sobreviver para dar testemunho da verdade através das nossas próprias vidas.

Sobre autor:
Prémio Nobel da Literatura 2024

Han Kang nasceu em Gwangju, na Coreia do Sul. Em 1994 começou a sua carreira de escritora vencendo o primeiro lugar de um concurso literário em Seul. A Vegetariana (2016), o seu primeiro romance publicado pela Dom Quixote, ganhou o Man Booker International Prize em 2016. Atos Humanos (2017) venceu o Prémio Manhae na Coreia do Sul e o Prémio Malaparte em Itália. A obra seguinte, O Livro Branco (2019), foi finalista do Man Booker International Prize 2018. Publicou ainda Lições de Grego (2023) e, em 2025, Despedidas Impossíveis

Imprensa:
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