"Vento do Oriente, Vento do Ocidente" de Pearl S. Buck | Dom Quixote


Vento do Oriente, Vento do Ocidente


Sobre livro:
O extraordinário romance de estreia da primeira escritora norte-americana a receber o Prémio Nobel de Literatura.

Kwei-lan é uma rapariga chinesa tradicional ensinada pela mãe a submeter-se a todas as coisas, «como a flor se submete igualmente ao sol e à chuva». O seu casamento foi combinado antes de ela nascer e, à medida que se aproxima o dia das núpcias, surpreende-a um aspeto da vida que a espera: o futuro marido, formado no estrangeiro, segue muitas ideias ocidentais que desafiam os velhos costumes e que Kwei-lan foi ensinada a rejeitar. Quando as circunstâncias empurram o casal para fora da casa da família, Kwei-lan vê as suas certezas sobre a tradição e a modernidade serem postas à prova ainda mais profundamente.

Pelos olhos de Kwei-lan, os leitores assistem ao dilema entre preservar a herança e abraçar a mudança, ao mesmo tempo que a sua família enfrenta questões de lealdade, identidade e aceitação. A jornada de Kwei-lan é a de um despertar gradual, à medida que aprende a equilibrar as tradições do Oriente com as liberdades do Ocidente, de maneira a encontrar a harmonia em si mesma e no seu mundo em transformação.

Publicado pela primeira vez em 1930, Vento do Oriente, Vento do Ocidente foi o romance de estreia de Pearl S. Buck, autora galardoada com o Prémio Nobel e uma das mais célebres intérpretes da vida chinesa para o público ocidental. Com a sua escrita elegante, empática e perspicaz, Pearl S. Buck capta não só a vida íntima das suas personagens, mas também as forças históricas que as moldam.

Sobre autor:
PRÉMIO NOBEL DA LITERATURA 1938

Escritora norte-americana, Pearl Sydenstricker Buck nasceu a 26 de junho de 1892, em Hillsboro, no estado da Virgínia Ocidental. Filha de um missionário que dedicou muitos anos de vida à tradução da Bíblia da língua grega para a chinesa, Pearl Buck passou, em consequência, a sua infância na China. Educada pela mãe e por um professor particular chinês, estudioso do confucionismo, aprendeu este idioma antes de poder falar inglês.
Em 1907 foi enviada para um colégio interno em Xangai, onde estudou

Imprensa:
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