"Espelho Partido" de Mercè Rodoreda | Dom Quixote


Espelho Partido


Sobre livro:
Brilhante e comovente, Espelho Partido é considerado a obra-prima da autora e um pilar da literatura catalã contemporânea.

«Espelho Partido é um romance onde toda a gente se apaixona por quem não deve apaixonar-se e quem não tem amor procura que lho deem seja como for: por uma hora ou por uns instantes.»
Mercè Rodoreda Romance coral que percorre a vida de vários elementos de uma família durante cerca de meio século, este é um caleidoscópio de perspetivas que acompanha o processo de fragmentação de uma dinastia matriarcal fundada no amor, na mentira, em segredos e traições.

Ao longo de três gerações, desde a viragem para o século XX até aos anos imediatamente posteriores à Guerra Civil espanhola, e em torno da figura fabulosa de uma mulher, o leitor observa com uma precisão detalhada a extraordinária transformação da família Valldaura.

É através da história desta casa senhorial de Barcelona, das suas intrigas e paixões, e da teia de segredos que molda a vida das personagens, que Rodoreda nos oferece uma obra de grande beleza poética, que é ao mesmo tempo um fresco profundamente trágico, por onde perpassam a decadência, a velhice e a morte - mas também uma grande vontade de viver.

Brilhante, comovente e, por vezes, cruel, Espelho Partido é o romance mais extenso e ambicioso de Mercè Rodoreda e, na opinião de muitos críticos, a sua obra-prima.

Sobre autor:
Mercè Rodoreda nasceu em 1908, em Barcelona, e faleceu em Girona, em 1983. Entre 1939 e 1957, viveu no exílio, primeiro em França e mais tarde na Suíça. Figura de proa da literatura catalã contemporânea, as suas obras estão traduzidas em mais de trinta línguas e granjearam-lhe inúmeras distinções, entre as quais o Prémio de Honra das Letras Catalãs e o Prémio Cidade de Barcelona. Na sua bibliografia, onde A Praça do Diamante (1962) ocupa um lugar central, destacam-se ainda os romances El carrer de les camèlies (1966), Jardí vora el mar (1967), Espelho Partido (1974) e Quanta, quanta guerra… (1980).

Imprensa:
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